Festival de Cinema e Meio Ambiente de Guararema

A QUEM SE DESTINA Por sua diversificada programação de filmes e debates e por seu caráter gratuito, o Festival atrai interessados de todas as idades e classes sociais, tanto de Guararema quanto de cidades vizinhas, em especial estudantes das escolas públicas e privadas da região, universitários e amantes do cinema.

Até breve 03/09/2009

até breve

até breve

Presente na boca, o gosto de nostalgia. Presente no olhar, a visão de um novo mundo. Presente na pele, o arrepio da surpresa. Presente no coração, a famosa saudade. Chegou ao fim a 4ª edição do Festival de Cinema e Meio Ambiente de Guararema.

Tentando deixar a poesia de lado – mas não conseguindo – , o período do festival foi o suficiente para gravar em nós, jornalisteens, que sim, um novo mundo é possível. Sonhos se tornaram realidade, a realidade se tornou experiência, e a experiência se tornou alegria infinita. O que não faltou foi motivo e dedicação. O que não vai faltar é a memória, sempre guardadinhos os números da sorte (26, 27, 28, 29 e 30 de agosto)

Tanta coisa em cinco dias. Ficamos verdes e viramos estátuas, ficamos ansiosas e fizemos perguntas, dormimos pouco e criamos olheiras. Agora somos também mais sabidas. E temos ainda mais fome de cultura. Esperamos atentamente uma continuação.

Exatamente, tudo isso não é um adeus, é mais um até breve, como quem volta logo, talvez ano que vem. Deixamos nosso querido e aclamado festival agora, focando sempre no futuro : a 5ª edição!

Como quem não quer nada, não falaremos tchau, nem estamos fazendo uma despedida. Estamos apenas (como fizemos nos últimos dias) informando o que passou e o que passará.

Próxima edição do Festival de Cinema e Meio Ambiente de Guararema: vemos você lá!

Luiza Chiesa

 

Duba Becker 03/09/2009

Duba Becker

Duba Becker

Com nossos risos em suas mãos, o malabarista brinca com cones/ bolas/ cadeiras/ escadas/ claves/ pessoas/ chapéus/ e mais tudo o que a imaginação permite. Pois é, estou falando de Duba Becker.

Limitar-se é algo que está fora de seu vocabulário. Anda de skate, é trapezista, é palhaço (no bom sentido, é claro), enfim, é circense! Vive aqui em Guararema e tem uma espécie de circo em sua casa. Suas manisfestações artísticas vão de malabares na rua e recepções de festas à performances e espetáculos.

Foi com muito bom humor que no dia 26/09 às pressas para o início do festival, ele e Helena Figueredo vieram até nós, monitores e jornalisteens, para nos ajudar com nossa própria performance (estátuas vivas e verdes no calçadão). Na Secretaria da Cultura, com todos nós em um círculo, nos passaram exercícios de concentração e coordenação motora, deixando em nós a alma e a preparação para encarar e melhorar nossas atuações, a conviver melhor com o público.

Becker já saiu em jornais como A Tribuna, O Diário Oficial, dentre infinitos outros, e agora está aqui, no nosso querido blog. Muito obrigada por tudo Duba e Helena. Agora o que resta é dizer ALEHAMP e ser feliz o resto da vida, não é mesmo?

Luiza Chiesa

 

Talento em um minuto 01/09/2009

Arquivado em: Já rolou — rebecaamorim2009 @ 18:43
Com as produtoras do Minuto Móvel

Com as produtoras do Minuto Móvel

Em apenas um minuto, a chance de mostrar muito talento. É o que o Minuto Móvel, projeto que está visitando várias cidades do interior do Estado, mostrou para os moradores de Guararema durante o 4ºFestival de Cinema da cidade.

Chamado de “Minuto Móvel” o veículo tem percorrido várias cidades do interior de São Paulo para divulgar as produções do Festival do Minuto, uma das marcas do audiovisual brasileiro.

Além das exibições gratuitas, o projeto itinerante também incentiva a participação do público, que pode enviar seus vídeos através da internet e ainda concorrer a prêmios.

O Festival do Minuto foi criado no Brasil em 1991 e atualmente é o maior da América Latina. Além de levar cultura à população, ele ainda é um revelador de talentos. Cineastas hoje reconhecidos como Fernando Meireles, do filme Cidade de Deus, já mandaram seus vídeos para o festival.

“O ideal é motivar  as pessoas a produzirem e mostrarem seus vídeos,isso é arte!”, Fernanda Schaefer.

Participe também, com o patrocínio da Bandeirante S.A. – Energias do Brasil, há premiações de R$ 500 mensais para o melhor vídeo nas categorias tema livre, animação e nanominuto (filmes até 10 segundos de duração). Confira no site www.festivaldominuto.com.br

Rebeca Amorim

 

E fecham-se as cortinas… 01/09/2009

Um bocadinho de tudo...

Clique nas fotos para visualizar

Dia 30 de Agosto foi um domingo de mistos sentimentos: a alegria de poder realizar o trabalhado desginado à você com bom êxito, novos amigos feitos… e um bocado de tristeza: o fim do 4ª Festival. Mas sejamos positivos: acabou, porém ano que vem tem mais! E convenhamos… que Festival, hein?

Na parte da manhã, Renata, uma de nossas queridas blogueiras, foi passear de barco com uma galera e logo logo vai nos contar num post como foi. Não direi nada para não estragar a surpresa,combinado?

Balanço das ondas do rio vai, balanço das do rio vem e quando nos demos conta, o relógio dava três baladas anunciando ser 15h e também, o bate papo com os atores da Malhação Guga Coelho e Pablo Padilha. Simpaticíssimos, responderam a todos no debate e deram suas opiniões sobre os assuntos abordados.
“Cinema é mensagem, é comunicação. Gosto porque tenho prazer em contar histórias, em fazer parte delas. E num curta, ou num longa, é preciso deixar um ponto de interrogação no expectador, aguçar sua opinião” disse Pablo.

O papo com os atores estava bom, mas queríamos – e precisávamos de – mais. Já deu para ver que com as Jornalisteens, não dá pra ficar “razoável” ou “na média”, não é? Saímos dali e fomos ver a apresentação de forró com Adriano Sanfoneiro. No princípio, estavam todos quietos, tímidos. E quando nos demos conta, até os monitores dançavam, rindo, uns abraçados a outros. Adriano soube animar os expectadores de seu show e não houve um que não saiu dali com um belo sorriso do rosto.

Ao cair da noite, chegou a hora de vermos o curta-metragem produzido pela Oficina de Cinema. O tão esperado Vem cá literalmente chamou muita gente para dentro da sala, olhando atentos para a grande telona. Do gênero terrir (terror + rir), o filme tirou daqueles que o assistiam risadas, olhares atentos e até uma salva de palmas – bem merecida, afinal. Após a exibição de Vem cá, chegou a hora do resultado do vencedor da I Mostra Competitiva Regional.

“E o vencedor é…”

Acertou quem disse Rosas Vermelhas. Dirigido por Pedro Gandolla, o filme conta a história de uma senhora de 60 anos que após uma tentativa de suicídio, redescobre o sentido da vida. Alguns saíram com lágrimas nos olhos, outros até levantaram para bater palma para o encantador curta. E nada mais justo do que a aclamação merecida para um bom trabalho, não é?

Olhamos ao relógio: 22h30. Os dois últimos filmes foram exibidos (o curta Uma história de Futebol e o longa O milagre de Santa Luzia), fechando o 4º Festival com chave de ouro. É hora de abraços, beijos e despedidas. E de claro, olhar para o futuro: que venha o 5º Festival, minha gente!

Rebeca Amorim

 

“Pode falar olhando nos meus olhos,ok?” 01/09/2009

Arquivado em: Já rolou — rebecaamorim2009 @ 16:45

pageHelayne Cortez, com essas palavras, entrevistava as pessoas que estavam presentes no Festival. Repórter do SBT, ela mais 3 pessoas da Produção do canal entrevistavam os diretores, funcionários e participantes do evento.

“Quando as boquinhas se calam, os olhos dizem tudo”. Este trecho que, com poucas palavras tem um valor muito significativo, faz parte da reportagem que foi exibida no sábado, 29 de Agosto, no Jornal SBT Brasil, 21h. Nós, Jornalisteen, tivemos a oportunidade de fazer parte desta matéria e nos orgulhamos muito deste fato. Pudemos ver um pouco do que é o “verdadeiro” jornalismo, daqueles que vemos na tevê e que ficamos boquiabertos com tanta informação bem estruturada. Analisamos cada passo, cada ação e que para fazer uma boa reportagem é preciso ter lábia e conhecimento. Afinal, existem os dois lados da moeda, não é mesmo?

Se interessou? Veja aqui a matéria, comente e dê sua opinião, afinal estamos aqui para isso. Esperamos por você! (Vá diretamente no minuto 3:30 do video)

Rebeca Amorim

 

Pela preservação das águas 30/08/2009

Arquivado em: Já rolou — Renata Otaviano @ 23:16
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Clique na foto para visualizar o passeio todo

Vento no rosto, pés molhados e a sensação de estar inserido num mundo ecologicamente correto. Essa foi a sensação de passar alguns minutos dentro de um pequeno barco cercado por um grande rio. Peixes devolvidos a seu habitat e árvores plantadas foram só alguns dos motivos impulsionadores que levaram cerca de 50 pessoas a um descontraidíssimo passeio pelo Rio Paraíba na manhã do domingo, 30, – com direito a entrevista no meio do percurso.

Você pode me perguntar: Qual a relação entre um festival de cinema e o meio ambiente? A resposta é simples. É importante preservar o que é nosso. Sendo cinema, sendo cultura, sendo os costumes regionais, sendo a arte, sendo o planeta, sendo a vida. É importante preservar o que temos hoje, para que o nosso amanhã exista. Faça a sua parte.

Renata Otaviano

 

Luz, câmera, ação! 30/08/2009

nossos cineastas

nossos cineastas

Magia é transformar o ambiente ao seu redor em um mundo novo. Sensibilidade, imaginação, interesse e compromisso é o que você precisa para conseguir. Seja bem vindo, você está sendo filmado.

Enquanto você lê minhas linhas, na pousada Vale dos Sonhos, 25 pessoas constroem um futuro em seus sonhos. É a Oficina de Cinema do nosso querido festival.

Provando que querer é poder, o objetivo delas é planejar, idealizar, debater e fazer um curta-metragem durante o festival e exibi-lo a todos neste domingo. Para tanto, contam com a experiência de dois profissionais (Fernando Andrade e Tiago Calil).

Dispostos a tudo, trocam suas horas de sono por um banho gelado de piscina, tudo pensando num bom resultado para o mini-filme.

Com um nome impactante, o curta Vem cá promete cenas que não vão te deixar desgrudar o olho da tela. A trilha sonora será feita somente com músicas próprias de dois dos participantes (Marcelo, 28 anos, e Lucas, 16 anos). Com tarefas bem distribuidas, cada um tem sua função e ninguém fica de fora.

Vem cá você também. Te espero no domingo às 19h.

Luiza Chiesa

 

Nos embalos de sábado a noite 29/08/2009

jornalisteens e jaime lerner

jornalisteens e jaime lerner

Nesta noite de sábado vimos os curtas Rosas Vermelhas (amostra regional) e Subsolo (do diretor Jaime Lerner), e o longa O Menino da Porteira. Na telinha presenciamos muito impacto com todos os filmes. E depois, no bate-papo, precenciamos muita animação da parte de todos os presentes.

Jaime Lerner, “Depois que você vê o filme ali na tela, ele não é mais filho teu”,  se mostrou um diretor com visão, capaz de criar um curta de várias interpretações e ainda surpreender e motivar o público à reflexão. Com três curtas e oito longas em seu currículo, o porto alegrense diz que “É interessante ver o filme em novas plateias”.

Leonardo Mecchi també se juntou a nós para o bate-papo. Crítico e diretor de cinema, quando perguntei o porquê da desmotivação brasileira para os filmes nacionais, ele não exitou e disse que “O brasileiro está acostumado ao estrangeirismo, os filmes internacionais ás vezes contam com mais dinheiro para publicidade do que os nossos filmes contam com recursos para serem feitos, e entra tambem o papel fundamental que a tv tem. Hoje, como a pessoa vê um filme? Na tv. Era obrigação que as televisões passassem filmes nacionais”.

o bate-papo

o bate-papo

Impossível esquecer a presença de Pedro Gandolla, diretor do curta da amostra regional. Muito motivado com a produção jovem, diz apenas que o que o desmotiva são os roteiros obvios que ele encontra de jovens por ai, que temos que nos libertar mais em nossas produções, é uma questão de “pegar sua ausência e transfomar numa busca”, afirma ele. Está procurando uma frase para marcá-lo em sua mente? Lá vai: “Eu busco como artista o limite do que sou”.

A noite terminou quando o relógio badalou 23: 30. Mas com certeza ficará na memória de todos os presentes, como uma lição bem aprendida.

Luiza Chiesa

 

“Essa é a lei que me guia” 28/08/2009

Arquivado em: Já rolou — Renata Otaviano @ 23:13
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“Superou todas as minhas expectativas. Sem dúvidas, o melhor filme do Festival”, afirmou uma expectadora. Temas impactantes, e que querendo ou não fazem parte do cotidiano de brasileiros, chamaram a atenção e levantaram polêmica no meio do público expectador da noite de Quinta-feira. Olhos fixos no telão e coração batendo mais forte a cada tiro, a cada perseguição. Era assim que se comportavam as pessoas diante da historia de uma professora que abriu mão de sua segurança por a de um aluno. “Essa é a lei que me guia”- foi com essa frase que a atriz Andréa Beltrão encerrou sua participação interpretando Verônica, a protagonista, referindo-se aos atos positivos que são demonstradas ao próximo.

Renata Otaviano

 

Maria Ceiça 28/08/2009

Arquivado em: Artistas Convidados — rebecaamorim2009 @ 21:45

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A atriz e cantora carioca começou fazendo  teatro na escola e cantando no coral da igreja.  Antes de ser atriz, trabalhou como técnica em eletricidade na Light.

Cursou a Escola de Teatro Martins Pena, no Rio. No último período, Maria Ceiça foi chamada para fazer parte do elenco de apoio na novela “Pacto de Sangue”. A partir daí, nunca mais parou.

A música sempre esteve ligada ao seu trabalho. No teatro fez alguns musicais, na novela “Fera Ferida”, gravou na trilha a música-tema de seu personagem, Engrácia, e no cinema, no filme “Cruz e Sousa”, ela canta em cena.

No cinema, Maria Ceiça estreou em 1991, em “Lambada”, produção internacional dirigida pelo italiano Jean Domenico. Três anos depois, integrou o elenco de “Carlota Joaquina, de Carla Camurati”, e, em 1996, participou de “O testamento do senhor Napumoceno”, de Francisco Manso, uma co-produção Brasil/Portugal/Cabo Verde. Com Carlos Diegues fez “Orfeu” (1998); com Sylvio Back, “Cruz e Souza, o poeta do Desterro” (1999); e com Geraldo Santos Pereira, Aleijadinho, paixão, glória e suplício (2001). Outros trabalhos importantes fazem parte de seu currículo cinematográfico: “Obra do destino”, de Alvarina de Souza (1995), “O Herói”, de Zezé Gamboa(uma co-produção Angola/França/Portugal) e “Papá – rua Alguém 5555″, do ítalo-húngaro Egydio Eronico (2003). Em 2004, atuou em “As filhas do vento”, de Joel Zito Araújo, vencedor de oito prêmios no Festival de Gramado.

Com um currículo desses você não vai deixar de bater um papo com a atriz após a exibição o longa Bodas de Papel, vai?

Vejo você lá!

Rebeca Amorim