Festival de Cinema e Meio Ambiente de Guararema

A QUEM SE DESTINA Por sua diversificada programação de filmes e debates e por seu caráter gratuito, o Festival atrai interessados de todas as idades e classes sociais, tanto de Guararema quanto de cidades vizinhas, em especial estudantes das escolas públicas e privadas da região, universitários e amantes do cinema.

Pela preservação das águas 30/08/2009

Filed under: Já rolou — Renata Otaviano @ 23:16
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Vento no rosto, pés molhados e a sensação de estar inserido num mundo ecologicamente correto. Essa foi a sensação de passar alguns minutos dentro de um pequeno barco cercado por um grande rio. Peixes devolvidos a seu habitat e árvores plantadas foram só alguns dos motivos impulsionadores que levaram cerca de 50 pessoas a um descontraidíssimo passeio pelo Rio Paraíba na manhã do domingo, 30, – com direito a entrevista no meio do percurso.

Você pode me perguntar: Qual a relação entre um festival de cinema e o meio ambiente? A resposta é simples. É importante preservar o que é nosso. Sendo cinema, sendo cultura, sendo os costumes regionais, sendo a arte, sendo o planeta, sendo a vida. É importante preservar o que temos hoje, para que o nosso amanhã exista. Faça a sua parte.

Renata Otaviano

 

Luz, câmera, ação! 30/08/2009

nossos cineastas

nossos cineastas

Magia é transformar o ambiente ao seu redor em um mundo novo. Sensibilidade, imaginação, interesse e compromisso é o que você precisa para conseguir. Seja bem vindo, você está sendo filmado.

Enquanto você lê minhas linhas, na pousada Vale dos Sonhos, 25 pessoas constroem um futuro em seus sonhos. É a Oficina de Cinema do nosso querido festival.

Provando que querer é poder, o objetivo delas é planejar, idealizar, debater e fazer um curta-metragem durante o festival e exibi-lo a todos neste domingo. Para tanto, contam com a experiência de dois profissionais (Fernando Andrade e Tiago Calil).

Dispostos a tudo, trocam suas horas de sono por um banho gelado de piscina, tudo pensando num bom resultado para o mini-filme.

Com um nome impactante, o curta Vem cá promete cenas que não vão te deixar desgrudar o olho da tela. A trilha sonora será feita somente com músicas próprias de dois dos participantes (Marcelo, 28 anos, e Lucas, 16 anos). Com tarefas bem distribuidas, cada um tem sua função e ninguém fica de fora.

Vem cá você também. Te espero no domingo às 19h.

Luiza Chiesa

 

Nos embalos de sábado a noite 29/08/2009

jornalisteens e jaime lerner

jornalisteens e jaime lerner

Nesta noite de sábado vimos os curtas Rosas Vermelhas (amostra regional) e Subsolo (do diretor Jaime Lerner), e o longa O Menino da Porteira. Na telinha presenciamos muito impacto com todos os filmes. E depois, no bate-papo, precenciamos muita animação da parte de todos os presentes.

Jaime Lerner, “Depois que você vê o filme ali na tela, ele não é mais filho teu”,  se mostrou um diretor com visão, capaz de criar um curta de várias interpretações e ainda surpreender e motivar o público à reflexão. Com três curtas e oito longas em seu currículo, o porto alegrense diz que “É interessante ver o filme em novas plateias”.

Leonardo Mecchi també se juntou a nós para o bate-papo. Crítico e diretor de cinema, quando perguntei o porquê da desmotivação brasileira para os filmes nacionais, ele não exitou e disse que “O brasileiro está acostumado ao estrangeirismo, os filmes internacionais ás vezes contam com mais dinheiro para publicidade do que os nossos filmes contam com recursos para serem feitos, e entra tambem o papel fundamental que a tv tem. Hoje, como a pessoa vê um filme? Na tv. Era obrigação que as televisões passassem filmes nacionais”.

o bate-papo

o bate-papo

Impossível esquecer a presença de Pedro Gandolla, diretor do curta da amostra regional. Muito motivado com a produção jovem, diz apenas que o que o desmotiva são os roteiros obvios que ele encontra de jovens por ai, que temos que nos libertar mais em nossas produções, é uma questão de “pegar sua ausência e transfomar numa busca”, afirma ele. Está procurando uma frase para marcá-lo em sua mente? Lá vai: “Eu busco como artista o limite do que sou”.

A noite terminou quando o relógio badalou 23: 30. Mas com certeza ficará na memória de todos os presentes, como uma lição bem aprendida.

Luiza Chiesa

 

“Essa é a lei que me guia” 28/08/2009

Filed under: Já rolou — Renata Otaviano @ 23:13
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“Superou todas as minhas expectativas. Sem dúvidas, o melhor filme do Festival”, afirmou uma expectadora. Temas impactantes, e que querendo ou não fazem parte do cotidiano de brasileiros, chamaram a atenção e levantaram polêmica no meio do público expectador da noite de Quinta-feira. Olhos fixos no telão e coração batendo mais forte a cada tiro, a cada perseguição. Era assim que se comportavam as pessoas diante da historia de uma professora que abriu mão de sua segurança por a de um aluno. “Essa é a lei que me guia”- foi com essa frase que a atriz Andréa Beltrão encerrou sua participação interpretando Verônica, a protagonista, referindo-se aos atos positivos que são demonstradas ao próximo.

Renata Otaviano

 

Maria Ceiça 28/08/2009

Filed under: Artistas Convidados — rebecaamorim2009 @ 21:45

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A atriz e cantora carioca começou fazendo  teatro na escola e cantando no coral da igreja.  Antes de ser atriz, trabalhou como técnica em eletricidade na Light.

Cursou a Escola de Teatro Martins Pena, no Rio. No último período, Maria Ceiça foi chamada para fazer parte do elenco de apoio na novela “Pacto de Sangue”. A partir daí, nunca mais parou.

A música sempre esteve ligada ao seu trabalho. No teatro fez alguns musicais, na novela “Fera Ferida”, gravou na trilha a música-tema de seu personagem, Engrácia, e no cinema, no filme “Cruz e Sousa”, ela canta em cena.

No cinema, Maria Ceiça estreou em 1991, em “Lambada”, produção internacional dirigida pelo italiano Jean Domenico. Três anos depois, integrou o elenco de “Carlota Joaquina, de Carla Camurati”, e, em 1996, participou de “O testamento do senhor Napumoceno”, de Francisco Manso, uma co-produção Brasil/Portugal/Cabo Verde. Com Carlos Diegues fez “Orfeu” (1998); com Sylvio Back, “Cruz e Souza, o poeta do Desterro” (1999); e com Geraldo Santos Pereira, Aleijadinho, paixão, glória e suplício (2001). Outros trabalhos importantes fazem parte de seu currículo cinematográfico: “Obra do destino”, de Alvarina de Souza (1995), “O Herói”, de Zezé Gamboa(uma co-produção Angola/França/Portugal) e “Papá – rua Alguém 5555″, do ítalo-húngaro Egydio Eronico (2003). Em 2004, atuou em “As filhas do vento”, de Joel Zito Araújo, vencedor de oito prêmios no Festival de Gramado.

Com um currículo desses você não vai deixar de bater um papo com a atriz após a exibição o longa Bodas de Papel, vai?

Vejo você lá!

Rebeca Amorim

 

Walmor Chagas 28/08/2009

Filed under: Artistas Convidados — Renata Otaviano @ 16:05

Walmor_ChagasFilósofo, ator, diretor, produtor de cinema, artista de indicustiveis méritos e criador de personagens impactantes. Apresentamos-lhe, Walmor Chagas!

Com um currículo grande o suficiente para ser difícil de contar, esse ícone brasileiro virá nos visitar neste sábado, logo após a exibição dos filmes noturnos. Para apimentar um pouco sua curiosidade, falaremos um pouco sobre a carreira deste mestre.

Começou no teatro. Sua estreia no cinema e na televisão se deu em 1965.  O motivo que o traz aqui? Sua incrivel participação no longa metragem ” Bodas de Papel” que será exibido hoje, sexta-feira, na tenda onde acontece todo o envento.

Se você admira seus trabalhos, tem dúvidas, ou tem o sonho de conhecer mais sobre como é ser um ator de tão grande nivel, elabore suas perguntas, suas câmeras e não perca por esperar.

Renata Otaviano e Luiza Chiesa

 

Ele quer passar 27/08/2009

quarta-feira, o primeiro dia

quarta-feira, o primeiro dia

Tenda lotada, olhos atentos, pessoas interessadas. O clima foi brasileiro do começo ao fim. Sim, estou falando do nosso primeiro dia de festival, uma quarta-feira. Surpreendente foi a forma como os filmes tinham conexões entre si.

Os pesares da vida nordestina foi o que emocionou e chocou o público desta vez. Quando O Quinze acabou, a curiosidade se apossava do coração de todos: era hora do bate-papo.

Conversamos com Karina Barum “Para ser atriz você precisa ser louca e ir, sem se preocupar com uma vida estável”, Jurandir Oliveira “Eu faço filmes que não podem, não deveriam ser feitos”, e Karla Holanda “O problema do Brasil é a distribuição, a união dos atores regionais pode mudar o foco dos que estão por cima”.

A noite terminou com gostinho de começo. Esta é a quarta edição do Festival de Cinema e Meio Ambiente de Guararema. O que posso dizer? Ô abre alas, que ele quer passar.

Luiza Chiesa

 

“Começa,começa,começa!” 27/08/2009

Filed under: Já rolou — rebecaamorim2009 @ 22:07
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As crianças da Educação Infantil de Guararema estavam eufóricas. Gritavam e batiam palmas, ansiando para os filmes começarem. O primeiro a ser exibido foi o curta Contatos Siderais Antes do Colegial e os pequeninos se encantaram com a fantasia e os efeitos produzidos pela enorme tela. Ao começar o longa “Brichos“, ouvia-se de longe as palmas e as risadas da criançada.

O filme – um desenho animado – com personagens fofinhos chamou a atenção dos pequenos. Mateus, de 6 anos, se reconheceu em um dos personagens.

“Eu adorei, assim como os brichos eu adoro jogar vídeogame!”

A reação do público infantil foi de muita alegria e entusiasmo. O filme mostra de  forma divertida como o nosso Brasil é grande e diversificado e, que todos somos, de certa forma, irmãos.

Mas você deve se perguntar o por quê de Brichos, com a consoante “r” e não “Bichos”, como é o certo segundo a  gramática.

O significado? Bichos Brasileiros!

Com momentos de riso, aventura e ensinamentos, as personagens mostram que a realidade é feita do que cada um sonha.

Apesar da pouca idade, a galerinha cheia de senso crítico aprovou e considerou Brichos um filme gostoso de se ver! Não percam as próximas sessões do Festival, hein?

Rebeca Amorim

 

…E o calçadão virou palco! 27/08/2009

Filed under: Já rolou — rebecaamorim2009 @ 21:31
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O que está acontecendo? O que são essas estátuas verdes?

Os olhares são rapidamente atraídos para o que antes era somente um calçadão de uma pacata cidade do interior. De repente, o lugar  se transforma em um palco e as cinco “ecoestátuas”  se estabilizam ao lado dos monitores do 4º Festival de Cinema.

E a pergunta de quem passava, já era outra: “Eles não vão se mexer nunca?”

E assim que um monitor entregava a programação, a ecoestátua se movimentava.

Homens, mulheres e crianças curiosas ficaram mesmo deslumbradas quando o “Sanduba” (Duba Becker, artista circense) chegou cheio de graça. Com sua mala repleta de malabares, bolas e encantos fez a alegria de quem passava por lá.

Uma brincadeira aqui, uma gargalhada de lá, e os b.boys Benthien e Skee chegaram agitando o calçadão.

Música contagiante e passos rápidos dos b.boys se misturaram ao riso e ao encantamento dessa mistura de linguagens cênicas, deixando um gostinho de quero mais…

…que certamente foi saciado com a sétima arte na abertura do 4ºFestival de Cinema e Meio Ambiente de Guararema, às 18h30m.

Rebeca Amorim

 

Fábio de Seixas Guimarães 27/08/2009

fábio no canto esquerdo da imagem

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Este motivado diretor pretendia ser marinheiro. Foi para o Rio de Janeiro e entrou para a marinha. Tudo corria bem. Foi então que a arte o pegou de jeito. Fábio viveu um tempo dividido entre as águas e o teatro, até que se viu deixando de ser marinheiro e  entrar para o mundo mágico dos palcos. Sua vida foi progredindo até que se viu na Globo, trabalhando para o Zorra Total.

Passou dez anos no meio de risadas.

Em 2006, quando se viu fora do programa seu quadro era este: tinha sede de mudança e queria fazer algo para melhorar o futuro da geração de sua filha (na época com 3 anos). Foi então que Guimarães teve contato com o AIA (Aproveitamento Integral dos Alimentos).

Estava feito: seu atual projeto é um curta de 15 minutos – Comendo de um.. tudo! , feito com a incrível participação de sua filha, que mostra de forma descontraída como perdemos saúde toda vez que jogamos as cascas e os talos de nossas frutas e legumes fora.

Esse incrível diretor ministrou uma palestra interessante pela manhã e à tarde do dia 27. Ele acredita no que faz, quer fazer  e faz bem. Sua motivação foi capaz de cativar a todos os presentes. O link para seu site está aqui no blog (canto direito). Participe disso você também internauta, divulgue e se informe mais sobre o assunto, multiplique seu conhecimento.

Nós precisamos da terra. A Terra precisa da gente!

Luiza Chiesa

 

 
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