
quarta-feira, o primeiro dia
Tenda lotada, olhos atentos, pessoas interessadas. O clima foi brasileiro do começo ao fim. Sim, estou falando do nosso primeiro dia de festival, uma quarta-feira. Surpreendente foi a forma como os filmes tinham conexões entre si.
Os pesares da vida nordestina foi o que emocionou e chocou o público desta vez. Quando O Quinze acabou, a curiosidade se apossava do coração de todos: era hora do bate-papo.
Conversamos com Karina Barum “Para ser atriz você precisa ser louca e ir, sem se preocupar com uma vida estável”, Jurandir Oliveira “Eu faço filmes que não podem, não deveriam ser feitos”, e Karla Holanda “O problema do Brasil é a distribuição, a união dos atores regionais pode mudar o foco dos que estão por cima”.
A noite terminou com gostinho de começo. Esta é a quarta edição do Festival de Cinema e Meio Ambiente de Guararema. O que posso dizer? Ô abre alas, que ele quer passar.
Luiza Chiesa





