
A atriz e cantora carioca começou fazendo teatro na escola e cantando no coral da igreja. Antes de ser atriz, trabalhou como técnica em eletricidade na Light.
Cursou a Escola de Teatro Martins Pena, no Rio. No último período, Maria Ceiça foi chamada para fazer parte do elenco de apoio na novela “Pacto de Sangue”. A partir daí, nunca mais parou.
A música sempre esteve ligada ao seu trabalho. No teatro fez alguns musicais, na novela “Fera Ferida”, gravou na trilha a música-tema de seu personagem, Engrácia, e no cinema, no filme “Cruz e Sousa”, ela canta em cena.
No cinema, Maria Ceiça estreou em 1991, em “Lambada”, produção internacional dirigida pelo italiano Jean Domenico. Três anos depois, integrou o elenco de “Carlota Joaquina, de Carla Camurati”, e, em 1996, participou de “O testamento do senhor Napumoceno”, de Francisco Manso, uma co-produção Brasil/Portugal/Cabo Verde. Com Carlos Diegues fez “Orfeu” (1998); com Sylvio Back, “Cruz e Souza, o poeta do Desterro” (1999); e com Geraldo Santos Pereira, Aleijadinho, paixão, glória e suplício (2001). Outros trabalhos importantes fazem parte de seu currículo cinematográfico: “Obra do destino”, de Alvarina de Souza (1995), “O Herói”, de Zezé Gamboa(uma co-produção Angola/França/Portugal) e “Papá – rua Alguém 5555″, do ítalo-húngaro Egydio Eronico (2003). Em 2004, atuou em “As filhas do vento”, de Joel Zito Araújo, vencedor de oito prêmios no Festival de Gramado.
Com um currículo desses você não vai deixar de bater um papo com a atriz após a exibição o longa Bodas de Papel, vai?
Vejo você lá!
Rebeca Amorim






sou o fan nr 1 desta atriz.
se ela n fosse tao famosa eu seria pretendente, mais sei q ela nao vai me dar bola.
tchau
mais um na tua lista