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Dia 30 de Agosto foi um domingo de mistos sentimentos: a alegria de poder realizar o trabalhado desginado à você com bom êxito, novos amigos feitos… e um bocado de tristeza: o fim do 4ª Festival. Mas sejamos positivos: acabou, porém ano que vem tem mais! E convenhamos… que Festival, hein?
Na parte da manhã, Renata, uma de nossas queridas blogueiras, foi passear de barco com uma galera e logo logo vai nos contar num post como foi. Não direi nada para não estragar a surpresa,combinado?
Balanço das ondas do rio vai, balanço das do rio vem e quando nos demos conta, o relógio dava três baladas anunciando ser 15h e também, o bate papo com os atores da Malhação Guga Coelho e Pablo Padilha. Simpaticíssimos, responderam a todos no debate e deram suas opiniões sobre os assuntos abordados.
“Cinema é mensagem, é comunicação. Gosto porque tenho prazer em contar histórias, em fazer parte delas. E num curta, ou num longa, é preciso deixar um ponto de interrogação no expectador, aguçar sua opinião” disse Pablo.
O papo com os atores estava bom, mas queríamos – e precisávamos de – mais. Já deu para ver que com as Jornalisteens, não dá pra ficar “razoável” ou “na média”, não é? Saímos dali e fomos ver a apresentação de forró com Adriano Sanfoneiro. No princípio, estavam todos quietos, tímidos. E quando nos demos conta, até os monitores dançavam, rindo, uns abraçados a outros. Adriano soube animar os expectadores de seu show e não houve um que não saiu dali com um belo sorriso do rosto.
Ao cair da noite, chegou a hora de vermos o curta-metragem produzido pela Oficina de Cinema. O tão esperado Vem cá literalmente chamou muita gente para dentro da sala, olhando atentos para a grande telona. Do gênero terrir (terror + rir), o filme tirou daqueles que o assistiam risadas, olhares atentos e até uma salva de palmas – bem merecida, afinal. Após a exibição de Vem cá, chegou a hora do resultado do vencedor da I Mostra Competitiva Regional.
“E o vencedor é…”
Acertou quem disse Rosas Vermelhas. Dirigido por Pedro Gandolla, o filme conta a história de uma senhora de 60 anos que após uma tentativa de suicídio, redescobre o sentido da vida. Alguns saíram com lágrimas nos olhos, outros até levantaram para bater palma para o encantador curta. E nada mais justo do que a aclamação merecida para um bom trabalho, não é?
Olhamos ao relógio: 22h30. Os dois últimos filmes foram exibidos (o curta Uma história de Futebol e o longa O milagre de Santa Luzia), fechando o 4º Festival com chave de ouro. É hora de abraços, beijos e despedidas. E de claro, olhar para o futuro: que venha o 5º Festival, minha gente!
Rebeca Amorim